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| Foto: Agência Câmara |
A 2ª Turma do Supremo Tribunal
Federal (STF) manteve a prisão do ex-presidente da Câmara dos Deputados,
Eduardo Cunha, por 2 votos a um. O voto pela concessão do habeas corpus foi do
ministro Gilmar Mendes. Votaram pela manutenção da prisão os ministros Edson
Fachin e Dias Toffoli. O ministro Dias Toffoli afirmou que, se o Supremo
concedesse o habeas corpus, Cunha não seria solto, pois há outras prisões
preventivas decretadas contra ele. O ministro Edson Fachin disse que a prisão
de Cunha não é desarrazoada. O ex-presidente da Câmara está preso desde 19 de
outubro de 2016. Para Fachin, há elementos para manter a prisão do deputado
cassado. A Vice Procuradoria Geral da República sustentou que havia problemas
processuais para o Supremo aceitar o pedido. O pedido foi relatado pelo
ministro Edson Fachin. Eduardo Cunha já foi condenado pelo juiz Sérgio Moro, da
13ª Vara Federal de Curitiba, no Paraná, e teve sua pena reduzida pelo Tribunal
Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) para 14 anos e seis meses pelos crimes de
corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

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